"Um espaço reservado para falar das lembranças, histórias e episódios dos mais de 60 anos de Mil Milhas Brasileiras. E de outras coisas mais!"

domingo, 15 de setembro de 2019

O Piloto Elisio Netto


O talento para uma atividade ou esporte não possui preferência de endereço, classe social ou gênero, pois não são raros os exemplos de grandes nomes que nasceram em lugares ou condições que nada lhes favorecia na carreira. Como pensar que uma cidade do interior, pequena e distante da capital do estado, como Dois Riachos/AL, poderia ter uma Rainha do Futebol como Marta? E um mecânico australiano filho do dono de uma mercearia, que se tornaria tricampeão de Fórmula 1 e o único da história a vencer o campeonato como piloto dirigindo seu próprio carro? Todo o mérito para Sir. Jack Brabham.

A matéria de hoje é sobre o jovem Elisio Alves de Moraes Netto, de apenas 18 anos, que desde o ano passado, tem frequentado as primeiras posições do grid da categoria Fórmula Vee, coms resultados expressivos. Nascido em Arapiraca (segunda maior cidade do Estado de Alagoas), Elisio começou a se interessar pelo esporte a motor a partir da influência de seu pai, que sempre acompanhava as corridas de Fórmula 1 exibidas durante a madrugada.

O interesse só cresceu com o passar do tempo, e o primeiro contato com o automobilismo veio com a pilotagem de um kart amador na praça Ceci Cunha (Deputada Federal assassinada a tiros em dezembro de 1998, na noite de sua diplomação), em Arapiraca/AL. Depois disso, em 2017, vieram as participações nos campeonatos Sergipano, Baiano e Paraibano de Kart, sendo que os resultados mais destacados foram obtidos em Sergipe, com o 3º lugar na tabela final em duas ocasiões.

O próximo passo veio com a Fórmula Vee Júnior (categoria retomada em 2011 e disputada em Interlagos), e desde 2018, já são 05 (cinco) vitórias em Interlagos, com o vice-campeonato no ano de estréia. Além do Fórmula, Elisio já teve a oportunidade de guiar no Marcas de Pilotos do Nordeste, com resultados destacados. Como planos para o futuro próximo, estão as categorias Fórmula 4 Brasil e a Stock Car Light.

O maior desafio, conta o piloto, é a falta de patrocínio, pois no Nordeste ainda se sobrepõe a mentalidade de que apoio ao esporte é um gasto, e não um investimento. Como dizem os norte-americanos, "vença no domingo e venda na segunda"! Mas na contramão dessa mentalidade arcaica, a Farmácia São Tiago acredita no potencial do jovem Elisio, e o tem apoiado nesta temporada. E os convites para novos patrocinadores estão abertos!

Boa sorte piloto, você é um orgulho para o Estado de Alagoas!

Instagram: @pilotoelisionetto






sábado, 24 de agosto de 2019

Fiat 147 em 1985


Amado por uns, odiado por outros, vítima de piadas de parte do público, o Fiat 147 divide opiniões desde o seu lançamento, no ano de 1976. Mas a verdade tem que ser dita. Foi o pequeno Fiat que preparou o terreno para o lançamento do Uno, ocorrido em 1984, que é inegavelmente um grande clássico da indústria automobilística brasileira.

E desde pouco depois do seu lançamento, o 147 passou a registrar participações em diversas categorias do esporte a motor, seja em corridas de curta ou de longa duração. Dentre estas, podemos citar a Mil Milhas de 1985, quando o amarelinho nº 26 "frente alta" pilotado por José David/José "Coelho" Romano/Marcelo Rebizzi terminou na 10ª posição na classificação geral, com 181 voltas completadas, fazendo frente a carros muito mais potentes.



sábado, 20 de julho de 2019

Miniaturas 1/64: Estrelas de filmes


Existem carros que por si só conseguem seu lugar na história e na memória do público. Como se não bastasse, eles ainda acabam sendo utilizados em produções cinematográficas que somente contribuem com esse sucesso. Já outros, conquistam sua parcela de fama justamente por terem aparecido em filmes ou séries, se tornando a própria estrela do espetáculo.

Hoje falaremos justamente sobre carros que fizeram parte de grandes produções da telona, só que em uma escala bem menor, mais especificamente, miniaturas na escala 1/64.

1. Plymouth Fury 1958 (Christine, o carro assassino): Considerado um sedã de grande porte, o Plymouth Fury foi lançado no ano de 1955, tendo sua produção durado até 1989. A versão utilizada no filme foi resultado de uma reestilização lançada no ano anterior, sendo equipado com motor v8 5.7 litros. A história de Christine muitos já devem conhecer. Trata-se de um exemplar detonado adquirido por um universitário, que mediante seu próprio trabalho, consegue deixá-lo novo em folha. Só que o veículo além de possuir "espírito próprio", tem índole assassina, pois sua primeira vítima foi ainda na linha de montagem. No final, o próprio dono acaba sendo vítima do carro, assim como o dono anterior. O enredo, na verdade, foi escrito por Stephen King e lançado em 1983, mesmo ano de lançamento do filme, que era figurinha carimbada do antigo Cinema em Casa nas tardes do SBT. Bons tempos depois da escola!






2. Ford Mustang GT Fastback 1968: O ator Steve McQueen é um dos grandes ícones da história do cinema, em razão de produções clássicas lançadas durante a sua carreira relativamente curta em Hollywood. E nelas, McQueen fazia questão de mostrar o seu lado apaixonado por carros e motos, sempre com belas e potentes máquinas e dispensando o auxílio de dublês na maior parte do tempo. Em Bullitt, filme lançado em 1968, a história não fora diferente. Aliás, a cena de perseguição entre o Mustang de McQueen e um Dodge Charger movido por um v8 440 big block é considerada a mais espetacular da história, com os dois veículos percorrendo as ruas e ladeiras de São Francisco, Califórnia, em alta velocidade, em meio ao trânsito do dia-dia. Como dito, a máquina eleita foi um Ford Mustang GT Fastback 1968, com motor v8 de 325 hp e transmissão manual de 04 marchas.






3. Volkswagen Fusca Herbie: O veículo mais famoso do mundo não poderia deixar de ganhar um filme só seu, no qual, naturalmente, fosse o personagem principal e com vida própria. Mas sendo o Fusca, não bastou apenas um filme, mas 06 (seis) produções, fora as aparições em séries e desenhos animados:

a) Se o meu Fusca falasse (The Love Bug) - 1968

b) As novas aventuras do Fusca (Herbie Rides Again) - 1974

c) Herbie vai a Monte Carlo (Herbie Goes to Monte Carlo) - 1977

d) A última cruzada do Fusca (Herbie Goes Bananas) - 1980

e) The Love Bug - 1997

f) Herbie: Fully Loaded - 2005

O Herbie tradicional trata-se de um Volkswagen Fusca 1963 preparado para corridas e inscrito sob o nº 53. Nas fotos, uma mini customizada que comprei de uma amiga colecionadora. Ao que parece, a escala é 1/87.





4. Shelby Mustang GT 500 1967: O filme 60 segundos é um clássico para os amantes de veículos de várias épocas, pois na lista de Randall Memphis há bólidos para todos os gostos. Só que nessa lista de veículos que devem ser roubados e entregues a um criminoso internacional, está um exemplar em especial que causa calafrios ao experiente "puxador de carros". Trata-se de um Mustang com nome de mulher (Eleanor), que na primeira versão do filme, lançada em 1974, era um modelo Sportsroofs 1971 transformado para 1973, e na regravação do ano 2000, um Shelby GT 500 1967 com um bodykit animal!






É isso aí queridos leitores, espero que tenham gostado da leitura e que tenham tempo depois para assistirem a todos esses filmes, porque a vontade que dá é essa!

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Maserati 300 S em 1970


Salvador Cianciaruso (1941 - 2014) foi um paulistano que em 1963, ao assistir os 500 km de Interlagos, se apaixonou pelo esporte a motor e resolveu disputar provas em Interlagos, tendo construído, com o passar do tempo, até mesmo monopostos. Em 1970, se inscreveu para a X edição da Mil Milhas Brasileiras, ocorrida em novembro daquele ano, com uma Maserati 300 S esporte biposto, equipada com motor 3.0 litros, em dupla com João Odmur Costa. Ao término da prova, os pilotos alcançaram a 26ª posição na classificação geral, além de chamar a atenção do público com um bólido já deveras antigo.


segunda-feira, 24 de junho de 2019

Opala V8 Delgado's Motorsport em 1998


Uma das lendas de nossas pistas nos anos 90, o Opala preparado pela equipe Delgado's Motorsport já foi objeto de postagem nos primórdios desse blog, em meados de março de 2010. Mas nunca é demais falar sobre carros deste nível, e hoje, trago para vocês um registro do Opala na Mil Milhas de 1998.

Nessa época, o bólido ano 1983 já utilizava o motor V8 5.9 litros, utilizado na Nascar, com 600 cv e 55 kgfm de toque, alimentado por um carburador Quadrijet. Após largar do fim do grid, por não ter participado dos treinos (pois o quarteto de pilotos formado por Guido Borlenghi, Marco Antônio, Carlos Henrique Castrale e Arquimedes Delgado só decidiu participar da prova 02 dias antes), o Opala alcançou sem maiores esforços o 1º lugar da categoria e uma das 10 primeiras posições na geral.

Porém, com o amanhecer do dia, o V8 passou a apresentar problemas de superaquecimento, pondo em risco a sua própria existência, razão pela qual fora adotada a estratégia de dar 01 ou 02 voltas, parar e reabastecer o reservatório de água, como forma de manter a liderança na categoria. Porém, com cerca de 3 horas e meia para o fim da corrida, não seria possível manter a posição desta forma. No final, a 1ª posição na categoria foi perdida por cerca de 05 voltas, mas o V8 foi preservado.



sábado, 1 de junho de 2019

Mitsubishi 3000GT VR4 1992 "Cabra da Peste"


A mentalidade milenar japonesa possui a superação das adversidades e dos limites pessoais como um dos seus princípios basilares. Basta observar que o povo nipônico busca sempre a excelência em tudo que faz, tornando as dificuldades um verdadeiro combustível para a consecução de seus objetivos. Notadamente, é no setor industrial e tecnológico que essas características se tornam mais visíveis, de modo que o ramo automobilístico não foge à essa regra. Quem nunca admirou um esportivo japonês na vida, pelo seu design e desempenho, sobretudo aqueles fabricados nos anos 90? Mitsubishi, Nissan, Honda e Toyota são marcas que chancelam grandes clássicos sobre rodas. Mas hoje, nossa pauta será restrita a um modelo em especial, o Mitsubishi 3000GT VR4 1992 de Alexandre Vieira Zumba, o mais zerado e inteiro de Alagoas.

Alexandre, nascido na Capital Paulista, mas radicado em Maceió/AL há longos anos, conta que a paixão por automóveis surgiu de forma espontânea, visto que não possui familiares que possam ter influenciado esse gosto. Aliás, o interesse por automóveis vem desde criança, tendo começado com albuns de figurinhas de carros (guarda um deles até hoje, desde os 10 anos de idade), passando pelo video game, no clássico Gran Turismo! Desde então, sua atenção por esportivos japoneses só aumentou.

Com o passar do tempo e a chegada a maioridade, surgiu a oportunidade de adquirir o seu primeiro clássico japonês, cuja primeira escolha, naturalmente, foi um Mitsubishi Eclipse, de 2ª Geração (1995 - 1999), visto que o 3000GT era considerando um sonho distante em razão do preço e da escassez de exemplares. Mas depois de alguns anos juntando dinheiro, e algumas ofertas de Eclipses que não deram certo, veio a idéia: Por que não um 3000GT?

Após cerca de 02 anos acompanhando sites de anúncios, finalmente o veículo ideal fora encontrado, em meados de 2014, na cidade de São Paulo/SP. A busca se tornou longa em razão de ser um veículo repleto de recursos eletrônicos, à frente de seu tempo, pois no início dos anos 90, já contava com ar condicionado digital, active aero dianteiro (spoiler) e traseiro (aerofólio), tração nas 04 rodas, suspensão eletrônica, regulagem de ruído do escape, rodas traseiras esterçantes, entre outros. Portanto, encontrar um desses como todo o aparato tecnológico funcionando não é fácil. Mas Alexandre encontrou um exemplar nesse nível, de único dono, com cerca de 38.000 milhas rodadas (aproximadamente 61.000 km).

O carro não possui alterações significativas, pois o que já nasce bom não dá muita margem para ser alterado. Mas dentre as pequenas modificações realizadas, têm-se cabos de vela MSD (os originais do carro costumam durar pouco), velas Denso Iridium e um filtro esportivo K&N in box. E nada de mexer na partes estética, sob pena de heresia! Afinal, trata-se do Mitsu 3000GT mais zerado de Alagoas, um autêntico "cabra da peste" que bota muita gente mais jovem no bolso!

E para quem pensar que o Mitsu é filho único, saiba que Alexandre é um verdadeiro acumulador, rsrsrsrs. Ele e sua esposa, Mariana Ferro (que possui um Fusca Itamar 1994 de arrancada, cuja história já fora contada por aqui) possuem juntos 10 veículos, dos quais 08 são antigos. Além do Mitsubishi 3000 GT VR4 1992, possui também um VW Fusca 1970 (caracterizado de Herbie), uma Santa Matilde 4.1 ano 1982, um Ford Mondeo 1998 (seu primeiro carro, que conta com pàra-choques tuning e rodas de liga leve aro 17) e um Hyundai i30 2012 (utilizado no dia a dia). E há poucos dias atrás, Alexandre finalmente conseguiu adquirir o tão sonhado Mitsubishi Eclipse, ano 1998! Mas essa já é uma história para uma próxima postagem...

Ficha técnica básica:
Modelo: Mitsubishi 3000GT VR4 1992
Carroceria: Hatchback coupé esportivo 2 portas
Motor: 6 cilindros, 3 litros, 24 válvulas, aspirado
Transmissão: 5 marchas, câmbio manual, tração nas 4 rodas, esterçamento das 4 rodas




 



domingo, 12 de maio de 2019

Kombinado: Um verdadeiro lar a partir de uma Volkswagen Kombi


A relação entre homem e máquina, em muitos casos, vai muito além da simples utilização da criação como meio de transporte. Não raro, o automóvel liga-se ao seu dono como uma extensão da sua personalidade, refletindo seus gostos e preferências, de modo que é possível saber um pouco sobre o dono através do seu carro. E se essa ligação for tão forte que o carro possa servir até mesmo de recanto, abrigo, morada para o seu dono?

Por conta do seu espaço interno natural, a icônica Volkswagen Kombi proporciona experiências decorrentes de longas viagens e transporte de um maior número de passageiros. Afinal, quem nunca ouviu falar de alguém que pegou sua Kombi e caiu na estrada, numa aventura que pode ultrapassar semanas, meses e até mesmo anos?

No final do mês de janeiro deste ano, ao visitar uma exposição de Volkswagen's antigos, em uma revendedora da marca localizada aqui em Maceió, tive a oportunidade de conhecer um casal super simpático, que possui uma história muito interesssante com uma Kombi Flex ano 2010, modelo 2011.

Ronaldo Torres, mais conhecido como Nado Torres (ou Nado da Folha da Barra ou mesmo Nado do Kombinado), e sua esposa Euzenir Almeida (ou simplesmente Eu), nasceram em Maceió, capital alagoana, mas escolheram a paradisíca Barra de São Miguel (cidade litorânera situada a 33 km da capital) para viver e trabalhar, há 21 anos. Mas antes disso, Nado Torres morou nas capitais de São Paulo e Rio de Janeiro.

A idéia da Kombi surgiu diante da dificuldade enfrentada, sobretudo por turistas, na Barra de São Miguel, em relação à locomoção interna para os pontos turísticos da cidade e adjacências. Diante disto, Nado Torres pensou em colocar em prática a idéia de transportar os visitantes a partir dos hotéis e pousadas para os destinos escolhidos, em meados de 2012. E para tanto, a escolhida foi a tradicional Kombi, parceira tradicional do transporte de passageiros no Brasil durante décadas.

Porém, o orgão competente para conferir a permissão para o transporte lhe negou o pedido, sob o argumento de que o veículo não possui os itens de segurança necessários para o desempenho desta atividade, tais como freios ABS, air bag, entre outros. Mas nem por isso a Kombi ficou de lado, e com a idéia da esposa Euzenir, passou a abrigar o negócio culinário do casal (Tapiocaria, que havia funcionado de 2002 a 2007, encerrado em razão dos trabalhos com as Revistas Folha da Barra e Folha do Francês, das quais Nado Torres é editor), conhecido pela deliciosa tapioca. Com o passar do tempo, foram surgindo idéias quanto à transformação do veículo em uma Kombi Home, que na verdade, era um sonho de criança do proprietário. Surgia então o Kombinado (Kombi + Nado).

Com a companheira de todas as horas concordando com a idéia, Nado começou a realizar as modificações no veículo, em meados de 2017, sendo o primeiro passo a pintura em duas cores, conhecida com saia-e-blusa (verde metálico e branco perolizado), feita pela oficina de um casal amigo, localizada na capital alagoana. O projeto dos móveis internos foi elaborado pelo próprio dono, ao passo que a construção e instalação ficou a cargo de uma empresa de móveis planejados.

Dentre as modificações, Nado refez toda a instalação elétrica do veículo, tendo instalado climatizador (no teto que ele mesmo cortou), bagageiro (que inclusive lhe causou certo prejuízo, pois a primeira empresa contratada não executou o serviço correto), rádio amador PX, cama, frigobar, fogão, sanitário e pia. Para prover a demanda por água, fora instalado um reservatório feito em fibra, com capacidade para 80 litros, cuja instalação e distribuição de água é totalmente na parte interna do veículo.

Para o futuro, o plano é instalar uma placa solar que irá alimentar uma bateria estacionária, fornecendo a força necessária para alimentar o frigobar (220v), além da direção elétrica, que tornará a condução e manobras bem mais cômodas. E por falar em condução, a Kombi já foi colocada na estrada em algumas viagens mais curtas, para fins de teste, sendo que a mais longa dela teve início aqui em Maceió e terminou no km 0 da BR-101, em Touros - RN (total de 1.610 km), sem qualquer problema por parte do veículo. Mas as viagens mais longas dependem, ainda, da aposentadoria da Eu, o que deixará o casal mais livre para viajar.

E o Kombinado é figura famosa nas redes sociais, tendo suas histórias compartilhadas através de dois perfis no Instagram (@kombinadooficial e @folhadabarra), canal no Youtube, e inclusive em matéria exibida no programa local Pajuçara Auto, no mês de abril de 2019, que pode ser conferida através deste link.

Bem, caros leitores, sem dúvidas temos uma história muito legal, e que me interessou desde o primeiro instante, ao conhecer esse casal gente fina e sempre solícito a fornecer informações e contar sua história! E além disso, caiu muito bem para representar a postagem de nº 300 deste humilde blog que nasceu em fevereiro de 2010.