"Um espaço reservado para falar das lembranças, histórias e episódios dos mais de 50 anos de Mil Milhas Brasileiras. E de outras coisas mais!"

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Coleção miniaturas 1:64 - VW Sharan


Olá caros leitores. Compartilho com vocês mais uma aquisição para a minha coleção de miniaturas na escala 1:64 da marca Volkswagen. Neste caso, trata-se da minivan Sharan, de primeira geração, fabricada pela montadora alemã entre os anos de 1995 e 2000, e reestilizada em 2003.
 
A miniatura em questão foi feita pela igualmente alemã Siku, e possui bom nível de detalhes, inclusive com abertura do porta-malas.
 
Aos poucos a coleção vai ficando bem diversificada, pois afinal essa sempre foi a intenção!
 
 


 

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Série Nomes que fizeram/fazem a história da Stock Car - Parte XI: Aloysio Andrade Filho


Aloysio Andrade Filho sem dúvidas é um dos nomes mais tradicionais da Stock Car Brasil, seja na história dentro das pistas ou no comando dos boxes. Nascido no dia 04 de junho de 1950, na Capital Paulista, disputou sua primeira corrida na categoria em 1981, mais precisamente na última etapa daquele ano, sendo que havia sido campeão da 1ª edição do Torneio Corcel II. Porém, depois da experiência de 1981, só voltou a disputar outra prova da Stock em 1986.

Seus melhores resultados foram 02 segundos lugares, obtidos em Jacarepaguá - 2ª etapa de 1988 - e Londrina - 2ª etapa de 1993 -, sendo estes também seus únicos pódios na categoria. Em relação às posições de largada, conquistou 01 pole, na etapa de Jacarepaguá no ano 2000. As melhores colocações em classificações finais foram os 8º lugares conquistados nas temporadas de 1992 e 1997. Entre Opala, Omega, Vectra V6 e V8 e Astra V8, disputou 174 corridas na categoria.

Sempre correu com seu próprio esquema de boxes, mas em meados de 2000, criou a Nascar Motorsport (que disputou a Stock até o ano de 2008), quando passou a dividir o boxe com outros pilotos, entre eles, Ricardo Etchenique. E foi a criação da equipe que motivou o seu gradativo afastamento das pistas, dando lugar a pilotos como Wagner Ebrahim, Felipe Maluhy e Valdeno Brito. A última corrida de Aloysio Andrade na Stock foi a etapa disputada em Brasília, no ano de 2004.

Na Mil Milhas, o piloto também fez algumas participações, estreando no ano de 1973, a bordo de VW em dupla com Ney Faustini, tendo a dupla terminado na 38ª colocação, com 68 voltas completadas. Os melhores resultados foram o 8º e 6º lugar obtidos em 1984 e 1985, respectivamente, sendo ambas as participações em dupla com Ciro Aliperti Jr., em um Ford Escort. A última vez que disputou uma Mil Milhas, após longos anos de ausência, foi em 2006, quando repetiu a antiga parceria com Aliperti Jr., desta vez no protótipo MCR GT1. No entanto, a corrida foi curta, terminando com apenas 18 voltas completadas, numa prova que teve largada durante o dia.


Beretta-Chevrolet na Mil Milhas de 1994 - em trio com Bobby Nogueira e Ciro Aliperti Jr.



Em Jacarepaguá, no ano 2000
A bordo do MCR GT1 na Mil Milhas de 2006

terça-feira, 24 de maio de 2016

Miniaturas na escala 1/64: GMC Typhoon e Ford Escort RS Rally


Prezados leitores, estou bem ausente do blog há pelo menos 02 meses, em virtude dos estudos e trabalho. Mas quero dividir com vocês mais 02 aquisições recentes para a coleção de miniaturas na escala 1:64. Não são da VW - tem novidade a caminho, rsrsrs - mas são igualmente especiais: Trata-se de um GMC Typhoon e um Ford Escort RS de Rally.

Gosto bastante dessa linha de utilitários da GMC, sobretudo a Scyclone e a Typhoon, então quando bati o olho nessa mini, não tive como deixar passar.

Já o Escort é um grande clássico das competições, e igualmente belo, apesar que eu prefiro uma das versões mais novas, o RS Cosworth, o qual felizmente já possuo em minha coleção.

Então é isso pessoal, o tempo tá curto, mas logo as coisas ficarão em seu devido lugar e as postagens deste blog voltarão à frequência habitual! Abraço a todos!





 

domingo, 17 de abril de 2016

Dieter Quester e as 1000 Milhas Brasileiras

O post de hoje é dedicado a falar sobre o Austríaco Dieter Quester, nascido em 30 de março de 1939, e que sem dúvida alguma, é um dos maiores pilotos de carros de turismo de todos os tempos. Sua longa carreira, iniciada em 1966 no Campeonato Austríaco de Carros de Turismo, é marcada pela estreita relação com carros da marca BMW, sendo inclusive que sua estreia em 1966 ocorreu ao volante de um BMW 1800. A chance na F1 não veio na forma como esperada, pois Dieter disputou apenas duas provas (em 1969 e 1974), sendo que largou somente na segunda oportunidade, terminando na 9ª colocação.

A verdade é que sua carreira de sucesso estava destinada aos carros de turismo, tanto que já participou de mais de 50 provas com duração de 24 horas, além de inúmeras outras de menor duração. Dentre as vitórias em provas longas, destacam-se o tricampeonato nas 24 horas de Spa (1973, 1986 e 1988) e o bicampeonato nas 24 horas de Dubai (2006 e 2007), sendo essas vitórias conquistadas com carros BMW.

E é claro que não poderia faltar em seu currículo a participação na mais tradicional prova do automobilismo brasileiro, a Mil Milhas. Dieter disputou a prova nos anos de 2004 e 2005, tendo alcançado em ambos a vitória em sua categoria, e até mesmo derrotado competidores muito mais fortes que sua BMW na classificação geral. O retrospecto nestas duas oportunidades é o seguinte:

Em 2004:

Companheiros de pilotagem: Philipp Peter (AUT)/Toto Wolf (AUT)/Klaus Engeholm (AUT)
Largada: 15º posição na geral, com 1min45s847, sendo pole na categoria II.
Chegada: 3º posição na geral, com 359 voltas e 1º na categoria.
Lideraram pela categoria II durante toda a prova, que teve chuva em grande parte de sua duração.

Em 2005:

Companheiros de pilotagem: Stefano Zonca (ITA)/Toto Wolf (AUT)/Karl Wendlinger (AUT)
Largada: 13º na geral, com 1min43s274, sendo pole na categoria ST
Chegada: 6º na geral, com 340 voltas e o 1º lugar na categoria.
Lideraram durante toda a duração da prova, exceto em parte da madrugada.

Cumpre destacar que suas participações na prova se deram a bordo de uma bela BMW M3 azul da equipe Duller Motorsport, cuja beleza era realçada pelas cores do patrocínio da Red Bull, que naquela época ainda não possuía equipe na F1.






sábado, 19 de março de 2016

José Luiz "Graham Hill" Nogueira


Postagem para lembrar de um piloto que faz parte do folclore do automobilismo nacional, bem como é um dos mais experientes a disputar uma corrida (senão o mais velho): José Luiz Nogueira, mais conhecido como Graham Hill, que hoje conta com mais de 82 anos de idade.
Na Stock Car foram 48 corridas disputadas e 144 pontos marcados.

Longa vida para ele!

Metendo a bota no Spyder VW durante etapa do paulista de automobilismo de 2010
Segunda perna do S
Flávio Marcílio, Carlos Gomes e Graham Hill, na sua estréia na Pick up Racing, em 2005
Durante uma conversa com Rui Amaral Jr. em Interlagos, 2010
Em ação no Voyage vermelho, no Marcas e Pilotos de 1990
Em Curitiba, 2006.
Resultado final da prova de Cascavel, em 2006, quando marcou seu único ponto na temporada.
Resultado final da prova de Tarumã, abertura da temporada de  2007, quando marcou seu único ponto na temporada.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Tony Kanaan e as Mil Milhas Brasileiras


Tony Kanaan é um dos pilotos que incontestavelmente integra o seleto grupo dos brasileiros que conseguiram se firmar no automobilismo norte-americano, algo nem um pouco fácil, levando em conta as peculiaridades do esporte a motor daquelas bandas. Uma delas diz respeito aos circuitos ovais, que para alguns são impressionantes, para outros entediantes. Mas Tony conseguiu se sobressair aos demais, tanto que foi campeão na Indy Lights (1997) e na IRL (2004), sem contar as inúmeras vitórias que construíram sua carreira de quase 20 anos nos EUA. Ah, e não poderíamos esquecer a tão sonhada vitória nas 500 Milhas de Indianápolis, que finalmente foi alcançada em 2013.

Mas nem por isso o grande Tony deixou de escrever seu nome na tradicional Mil Milhas Brasileiras. Sua relação com a prova começou no ano de 1994, edição esta verdadeiramente histórica por conta da participação de vários pilotos de renome internacional, bem como pelas máquinas inéditas que participaram – ou pelo menos treinaram – da corrida. A bordo de um Chevrolet Opala Stock Car, formando trio com os experientes Ênio Di Bonito e Renée Vanucci, Tony alcançou o 14º lugar na classificação geral, com 314 voltas completadas.

A próxima participação só veio ocorrer 07 anos depois, quando a Mil Milhas retornou para o Autódromo de Interlagos, depois da experiência em Curitiba (1999). Em 2001, Tony dividiu a condução do Protótipo Holywood/BMW com Felipe Giaffone, Flávio de Andrade e Ruyter Pacheco. No grid, o bólido alcançou a 2ª melhor marca, com o tempo de 1min40s471, porém, Kanaan não teve tempo de treinar com o carro, pois saiu diretamente do aeroporto para o autódromo, no dia da corrida, que por conta de um temporal que desabou sobre Interlagos no início da noite daquele sábado, 27/01/2001, a largada só foi autorizada às 03h05min da manhã. Na corrida, o piloto cumpriu apenas 1 turno de pilotagem, pois o protótipo passou a apresentar problemas no assoalho, que se desprendeu, e fez com que as posições que ele conquistou bravamente fossem perdidas na longa parada para reparos. Entretanto, a maratona terminou após a quebra do câmbio, deixando o quarteto na 26ª posição, com 234 voltas completadas.

Após ausentar-se nas edições de 2002 a 2004, Tony voltou a disputar a Mil Milhas em 2005, novamente a bordo de um protótipo, desta vez o ZF V8 Chevrolet, em companhia de Felipe Giaffone, Paulo Bonifácio e Luiz Otávio Paternostro. A posição de largada não poderia ter sido melhor: Pole position, com o tempo de 1min31s795. Na corrida, Tony foi responsável pela largada e pela chegada, e durante as primeiras voltas, protagonizou duelo de grande nível com o então campeão da Fórmula 3 Sulamericana, Xandynho Negrão – que correu a bordo de um Audi TT-R – terminando a prova na 2ª posição. No fim, o atraso de 8 voltas para o vencedor teve como causa o prejuízo de performance do ZF por conta da chuva constante que caiu na maior parte daquela edição.

A última participação de Tony Kanaan na Mil Milhas ocorreu na edição de 2006, ocasião em que dividiu a pilotagem de um Mercedes Benz CLK DTM com o Português ex-F1 Pedro Lammy, e com o também ex-F1 Raul Boesel. Cabe ressaltar que nesse carro estavam inscritos o então bicampeão da Stock, Giuliano Losacco, que não pôde correr por conta de problemas de saúde, e o ex-Stock Car Beto Giorgi. Porém, em virtude de problemas no motor do outro carro da equipe, um Aston Martin DB9-R, Lammy e Boesel foram remanejados para o Mercedes. No grid, alcançaram a 9ª posição, com o tempo de 1min36s437. O lindo bólido, derivado do DTM, chegou a ocupar a ponta da classificação geral, quando liderou 02 voltas na 1ª hora da disputa, mas terminou a prova na 2ª colocação, com 05 voltas de desvantagem para o vencedor, o Aston Martin DB9-R de Nelson Piquet & Cia.


Em 2001, ouvindo as instruções de Felipe Giaffone e da equipe
2005 - O ZF encara a chuva
2006 - Mercedes CLK na área dos boxes
1994 - Opalão saindo para a pista

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Mil Milhas Brasileiras de 1999: A 2ª edição longe de Interlagos



Pode-se dizer que a mudança de data da Mil Milhas Brasileiras, a partir de 1995, foi um dos primeiros golpes da sequência que terminou por liquidá-la em 2008. Isto porque, enquanto a prova era realizada no mês de janeiro, o crescimento era notório, tendo como ápice a edição de 1994, que foi um verdadeiro desfile de belas e potentes máquinas conduzidas por grandes nomes do automobilismo mundial. Por conta da não liberação do autódromo para a 24ª edição, em janeiro de 1995, em virtude das obras anuais para receber a F1 (eram tempos em que o GP Brasil era realizado no mês de março, fato que perdurou até 2003), a organização da prova foi forçada a encontrar uma brecha no calendário no mês de abril, depois da passagem da categoria máxima.

No primeiro ano da mudança, em 1995, o prenuncio do fracasso se expressou através do prejuízo na arrecadação e da ausência de vários grandes pilotos que estiveram presentes em 1994, já comprometidos com seus campeonatos regulares. Apesar do grid não contar com tantas máquinas de alto nível, como no ano anterior, pelo menos não foi dos menores, haja vista que 50 carros participaram da prova.

Entretanto, o cenário deprimente se deu em 1996, quando o grid foi ainda menor (30 carros) e a prova não teve divulgação alguma, sendo disputada na base da boa vontade dos verdadeiros amantes do automobilismo, que sempre mantiveram a Mil Milhas, mesmo nos tempos mais difíceis, como em 1990, momento em país passava por grave crise econômica. Uma tentativa de sobrevida foi feita em 1997, ao levar a prova para Brasília, sob a tutela de Nelson Piquet. Entretanto, o resultado foi ainda pior, pois somente 25 carros alinharam naquela edição

Depois da volta para Interlagos, em 1998, novamente a Mil Milhas saía para outra praça. Desta vez para o então recém reformado Autódromo Internacional de Curitiba, com a 28ª edição programada para os dias 19 e 20 de dezembro. Infelizmente, na semana anterior a prova, as notícias não foram boas, pois a Petrobrás, empresa parceira desde a 1ª edição, anunciou a retirada de seu patrocínio. Porém, o cenário não tardou a mudar, pois a concorrente Shell assumiu o seu lugar poucos dias antes de prova.

Em suma, a maior parte do grid de 35 carros foi formada protótipos de fabricação nacional, como o Aldee RTT (também chamado de Aldee Cupê) e sua versão mais nova, o Aldee Spyder (carroceria aberta). Mas estavam presentes também algumas unidades do concorrente Tango, entre vários Gols do campeonato de Marcas e Pilotos, e alguns carros incomuns, como os Mitsubishi Eclipse e Lancer Evolution, além de um Chevette com motor de seis cilindros de Opala, o qual já foi tema de postagem neste blog.

A pole position foi conquistada pelo trio Rodrigo Hanashiro/Popó Bueno/André Giaffone, a bordo do Tango Opel (mesmo motor utilizado pela extinta Fórmula Chevrolet) nº 48, que desbancou o Porsche 911 GT2 de Roberto Samed/José Venezian/Flávio Trindade, um dos favoritos à vitória. Entre os protótipos, estavam nomes como:

Tango BMW Nº 2 Flávio Andrade/Ruyter Pacheco/Felipe Giaffone

Tango Opel 2000 Nº 1 Délcio Correa/Tom Stefani/Athos Diniz

Aldee Spyder 2.0 VW Nº 9 Emerson Duda, Márcio Sarot e Wagner Ebrahim

Próton BP7 BMW Nº 33 Vitor Meira, Arialdo Pinto e Hybernon Cisne


A largada foi dada às 22 horas do sábado, com domínio inicial do Tango pole position. Entretanto, após 120 voltas completadas, o trio Hanashiro/Bueno/Giaffone teve que abandonar, após o estouro do motor Opel. Em seguida, a liderança ficou durante um bom tempo com o trio Délcio Correa, Tom Stefani e Athos Diniz, responsável pela condução de outro Tango Opel (nº 1). Cabe ressaltar que Stefani era o então vencedor da prova. Mas por conta de problemas de câmbio, já na parte final da disputa, a liderança foi perdida para o Aldee Spyder VW 2.0 de Jair Bana/Beto Borghesi/Luciano Borghesi, vencedores das 500 Milhas de Londrina na semana anterior, que não perderam a ponta, e receberam a bandeira quadriculada após 433 voltas, completadas em 11h58min46s. 
 
No entanto, as voltas finais foram dramáticas para o trio, pois o Spyder passou a ter vazamento de óleo do câmbio, o que provocou duas paradas extras nos boxes para adição de óleo. Porém, isso não impediu a tranquila vitória sobre o Porsche 911 de Samed/Venezian/Trindade, com 13 voltas de vantagem. Além do vazamento de óleo, dois ingredientes contribuíram para tornar essa vitória memorável:

1. O mesmo protótipo havia vencido as 500 Milhas de Londrina uma semana antes e não chegou nem a passar por um revisão completa para encarar a maratona de 1600 km; 

2. O piloto Luciano Borghesi contava na época com 63 anos de idade e não pilotou durante a noite, que no fim das contas foi o maior período da corrida, já que largada foi dada às 22 horas.

Outro bólido que mereceu destaque foi o Aldee nº 20, do trio Pedro Mufatto/David Mufatto/Gastão Weigert, que estava equipado com motor Mazda 1.3 L Wankel rotativo. Mas a corrida terminou muito cedo para este protótipo, com apenas 2 voltas completadas.

Resultado completo:

1º Aldee Spyder VW 2.0 Nº 29 Beto Borghesi, Jair Bana e Luciano Borghesi PR – 433 voltas
2º Porsche 911 GT2 Nº 11 Roberto Samed, José Venezian, Flávio Trindade e Dener Pires SP/SP/PR/SP – 420 voltas
3º Tango BMW Nº 2 Flávio Andrade, Ruyter Pacheco e Felipe Giaffone RJ/DF/SP – 419 voltas
4o Tango Opel 2000 Nº 1 Délcio Correa, Tom Stefani e Athos Diniz GO/DO/DF – 417 Voltas
5o VW Gol Nº 32 Ladicelau Roveda, Edson Machado e Paulo Machado PR – 402 voltas
6o VW Gol Nº 117 Fábio Machado e Ângelo Batistella PR – 400 voltas
7o Aldee Spyder Nº 7 Antônio Miguel e Pedro Moreira Filho PR – 398 voltas
8o Aldee RTT Nº 40 Admir Pardo, Xavier Perez e Arthur Nunes PR – 388 voltas
9o VW Gol Nº 57 Ademir Adur, Ricardo Khoury e José Cazumi PR – 387 voltas
10o Chevrolet Chevette Nº 87 Alceu Feldmann, Luiz Delgado e Tancredo Rocha – 386 voltas
11º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 9 Emerson Duda, Márcio Sarot e Wagner Ebrahim – 385 voltas
12º Aldee Spyder 20. VW Nº 14 José Caterina, Robson Rizzo e Jued Júnior – 377 voltas
13º Aldee Opel 2.0 Nº 91 Thiago Veloso, Pablo Forrisi e Marcito Dumbeck – 349 voltas
14º Aldee 2.0 Nº 27 Marcelo Silvério, Augusto Neto e José Sanchez – 336 voltas
15º VW Gol 1.6 Nº 148 Maurício Neves, André Gutierrez, Sergio de Pina – 320 voltas
16º VW Gol 1.6 Nº 95 João Finardi, Walmor Weiss e Sanito Cruz Jr. – 308 voltas
17º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 0 Tony Garcia, Luís Mussi e Carlos Richa – 295 voltas
18º VW Gol 1.6 Nº 126 Luiz Gubert, Paulo Gubert e Luciano Ghilard – 251 voltas
19º Próton BP7 BMW Nº 33 Vitor Meira, Arialdo Pinto e Hybernon Cisne – 240 voltas
20º Aldee 2.0 Nº 93 Ricardo Elias, Germano de Moraes e Plínio Pessoa – 233 voltas
21º Chevrolet Omega Nº 25 José Campanella, Fabio Sotto Mayor e Marcos Miyake – 231 voltas
22º Tango Opel 2000 Nº 29 Ângelo Serafim, Paulo Gomes e Baltazar Júnior – 215 voltas
23º Mitsubishi Lancer Evo Nº 49 Oscar Branco e Geraldo Sermann – 203 voltas
24º Aldee Spyder Turbo 2.0 Nº 21 Claudio 'Pantcho' Gasparini, José Coelho Romano e Cleudir Machado – 169 voltas
25º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 17 Irineu Camargo e Carlos Benedetti – 162 voltas
26º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 46 Mario Bove, Carlos Cantarelli e Silvio Grillo – 157 voltas
27º Chevrolet Corsa Nº 37 José Airton Filho, Paulo Silveira e Sérgio Fonseca – 156 voltas
28º Mitsubishi Eclipse GS Turbo Nº 47 Valdir Florenzo, Rodolfo Massari e Peixoto Júnior – 143 voltas
29º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 13 Vitor Ardito, Agostinho Ardito e Michel Caspari – 135 voltas
30º Tango Opel 2000 Nº 48 André Giaffone, Rodrigo Hanashiro e Popó Bueno – 120 voltas
31º Aldee Opel 2000 Nº 10 Peter Januário, Tino Viana e Fúlvio Marotte – 114 voltas
32º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 16 Tadeu Kowalzuck e Roman Kowalzuck – 86 voltas
33º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 22 Mário Covas Neto, Fauzy Buchala Jr. Meyer Bernd e Ricardo Haddad – 15 voltas
34º Chevrolet Chevette Stock 4.1 Nº 18 Carlos “Tigueis” Batista, Reinaldo Gasko e José Carlos Alves – 7 voltas
35º Aldee Mazda 1.3 Nº 20 David Mufatto, Pedro Mufatto e Gastão Weigert – 2 voltas

Não Largou: Espron BMW 1900 Nº 3 Flávio Andrade e Ruyter Pacheco

Após a ausência no ano 2000, a Mil Milhas voltou a Interlagos em 2001, dessa vez na tradicional data de 25 de janeiro, de onde não deveria ter sido tirada nunca.