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segunda-feira, 16 de junho de 2025

Mitsubishi Eclipse - Curitiba, 1999

Salve salve, meus amigos, tudo bem com vocês? O japonês sobre o qual falaremos hoje não é um desconhecido nesse espaço. Trata-se de um carro que já apareceu no blog em um já longínquo dezembro de 2013, época em que o Blog da Mil Milhas era uma criança inquieta de quase 04 (quatro) anos de idade.

O link dessa matéria, com o retrospecto do carro até o ano de 2001, você encontra aqui. Mas hoje vamos abordar especificamente a participação do Mitsubishi na 28ª edição das Mil Milhas Brasileiras, disputada em dezembro de 1999 do saudoso e assassinado Autódromo Internacional de Curitiba (detalhes e histórias dessa prova você pode encontrar no menu ao lado).

Depois da conquista do 3º lugar na geral e 1º na categoria 1 nos 1000 km de Brasília daquele ano, com o trio Valdir Florenzo (vencedor dos 1000 km no ano de 1985), Bruno Massari e Rodolfo Massari, o Eclipse GS 2.0 Turbo 1992 foi inscrito nas Mil Milhas praticamente com a mesma "cara" em que participou da prova no Planalto Central. Algumas diferenças foram a instalação dos faróis originais do carro, além da inclusão das logos de novos patrocinadores, como a tradicional Ancona, do ramo de performance automotiva, além do Roochelle Park Hotel. Na pilotagem, José Orleans Peixoto Júnior, campeão paranaense de endurance, na categoria Opala Stock Car, no ano de 1997, substituiu Bruno Massari.

Na prova, o valente samurai, cujo motor tinha cerca de 400 cv, tinha um ritmo de corrida forte, brigando pelas primeiras posições, quando por volta das 5 horas da manhã, uma quebra da caixa de câmbio acabou por tirar o trio da corrida, deixando Florenzo, Peixoto Jr. e Massari no 28º lugar com 143 voltas completadas (o vencedor completou 433). Cabe ressaltar que durante os treinos e a prova, o melhor tempo registrado com o bólido foi pelo piloto Peixoto Júnior.

*Fotos de 1999: Mário Ferreira




Nos boxes, durante os 500 km de Curitiba de 2004


500 km de Curitiba 2004 - Pilotos: Peixoto Jr., Natalio Stica e Luiz Giovanetti

terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Protótipo Tango BMW - 1999

Repetindo a experiência de 1997 (quando a prova foi disputada em Brasília - DF), as Mil Milhas Brasileiras teve sua 28ª edição realizada longe de Interlagos. E a praça esportiva escolhida fora o saudoso Autódromo Internacional de Curitiba, que terminou por sucumbir para a especulação imobiliária, levando junto a sua rica história.

Os detalhes dessa prova já foram contados aqui no nosso espaço (confiram no menu do lado direito da página), mas hoje trazemos um registro especial de um dos favoritos daquela edição. Trata-se do Protótipo Tango BMW preparado pela Equipe Hollywood, que teve como pilotos Flávio de Andrade, Ruyter Pacheco e o jovem Felipe Giaffone. Na disputa, o bólido terminou no terceiro lugar na geral, com 419 voltas (das 433 totais) completadas.



domingo, 23 de agosto de 2020

Protótipo Tango Opel em 1999


No ano de 1999, por conta das indefinições decorrentes das obras da Fórmula 1 em Interlagos, o promotor da prova à época, Antônio de Souza, optou por realizar a 28ª edição no Autódromo Internacional de Curitiba,. E esta acabou sendo a segunda ocasião em que a Mil Milhas fora disputada fora do seu palco natural, pois a 1ª fora em 1997, no Autódromo Nelson Piquet, em Brasília/DF.

Naquele ano, um dos favoritos da prova era o Protótipo Tango Opel 2.0 do trio Tom Stefani/Athos Diniz/Délcio Correia, inscrito com o nº 1 em virtude da vitória de Stefani no ano anterior, a bordo de um outro protótipo, neste caso, um AS-Vectra 2.0. Tanto é, que o carro nº 1 registrou a pole position e liderava a prova faltando 16 voltas para o final, quando o estouro do motor pôs fim à participação do trio. Porém, as 417 voltas foram suficientes para deixá-lo na 4ª posição.

Na foto, o registro de uma das paradas no boxe, no início da manhã.



terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

O Piloto Vitor Meira


Nascido em Brasília - DF, no dia 27 de março de 1977, Vitor Meira conquistou seu primeiro título no automobilismo no ano de 1995, ao vencer o torneio de inverno da Fórmula Ford Britânica, após 05 corridas disputadas e 03 vitórias.

Pouco tempo depois, em janeiro de 1997, disputou sua primeira Mil Milhas Brasileiras, que naquela ocasião, fora disputada no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília. Entre os "mortais" - pilotos que disputaram a prova com carros nacionais, excetuando-se o Mclaren F1 BMW de Piquet e Cia e o Porsche 911 da Equipe Stuttgart - foi o melhor colocado, na 3ª posição no geral, a bordo de um Protótipo AS Vectra 2.0 em trio com Athos Diniz e Alex Bachega, "apenas" 40 voltas atrás do foguete vencedor.

1997 marcou seu último ano na Fórmula Ford, já que disputou a temporada de 1998 da Fórmula Renault Britânica, pela equipe Martin Donelly Racing, tendo conquistado 01 vitória e o 4ª lugar na classificação geral. Vale lembrar que o campeão daquele ano fora o também brasileiro Aluizio Coelho.

De volta ao Brasil, em 1999, fez sua estréia na Fórmula 3 Sulamericana, que vivia grande fase, com grandes revelações do automobilismo da época em seu grid. A bordo do Dallara 394 Mugen-Honda da equipe de Amir Nasr, venceu 02 (duas) corridas, foi ao pódio outras 05 (cinco), registrou 01 pole position e 01 volta mais rápida. Na classificação final, terminou na 6ª posição, inclusive atrás de seus dois companheiros da equipe principal, os gêmeos Ricardo e Rodrigo Sperafico, e obviamente, do campeão Hoover Orsi.

Naquele ano, disputou sua 2ª Mil Milhas, sob o comando do Proton BP7, que por sua vez estreava nas Mil Milhas. O BP no nome eram as iniciais de Beach Park, um dos patrocinadores da equipe cearense responsável pela construção e preparação do bólido, que era empurrado por um motor BMW. Além de Vitor Meira, a condução do protótipo ficou a cargo dos cearenses Hibernon Cysne e Arialdo Pinho. A corrida para o trio terminou pouco depois da metade, com 240 voltas completadas (das 433 completadas pelo vencedor), o suficiente para deixá-lo na 19ª posição, num grid de 35 carros.

Porém, a grande mostra do talento de Meira fora dada na temporada 2000, quando venceu o campeonato Sulamericano de Fórmula 3, após 08 vitórias, 5 pódios, 4 pole positions e 3 voltas mais rápidas, além da confortável vantagem de 31 pontos para o vice campeão, João Paulo de Oliveira.

O ano de 2001 fora deveras movimentado para o piloto brasiliense, sobretudo pela variedade de categorias e campeonatos que participou, senão vejamos:

1. Fórmula 3 Italiana - Disputou apenas 01 corrida, porém largou na pole position, fez a volta mais rápida e terminou no pódio.

2. 29ª Edição da Mil Milhas Brasileiras - Novamente a bordo do Proton BP7, Vitor Meira vinha forte para tentar surpreender os favoritos à vitória. Neste ano, a preparação ficou por conta da equipe Dragão Motorsport, que na época disputava a Fórmula 3 Sul-Americana. Para se ter uma ideia da performance do Proton BP7 BMW, a máxima no fim da reta dos boxes era de 215 km/h, e chegou a marcar nos treinos o tempo de 1min43s726, sob o comando do próprio Meira. Nos treinos classificatórios, a marca de 1min44s888, suficiente para posicionar o trio Cysne/Pinho/Meira na 6ª posição no grid. Na corrida, a posição final foi a 21ª, com 263 voltas completadas.

3. Fórmula 3000 Européia - Em que pese tratar-se da nova denominação do antigo campeonato de Fórmula 3000 Italiano, o Europeu de 2001 tinha como representantes brasileiros, além de Vitor Meira, o futuro F1 Felipe Massa (e que inclusive fora campeão da categoria naquele ano) e o talentoso Leonardo Nienkotter. Pela equipe ADM Motorsport, disputou 07 das 08 corridas, tendo alcançado 03 pódios (dentre eles o 2º lugar em Zolder/Bélgica) e a 5ª posição na classificação geral.

4. Fórmula 3 Sulamericana - Disputou somente a etapa de Londrina, por ocasião de estar no Brasil naquele fim de semana, quando terminou na 4ª posição.

5. BRASCAR - Este fora um antigo campeonato de corridas longas, disputado, sobretudo, no eixo Rio Grande do Sul/Paraná, onde corriam vários protótipos, dentre eles o MCR, Aldee Spyder e o Esprom. Naquela temporada, Meira correu em parceria com Juliano Moro em 02 provas, tendo vencido uma delas, as 3 horas de Tarumã.

Antes de estrear no automobilismo norte-americano, em 2002, o piloto disputou sua 3ª Mil Milhas, desta feita a bordo de um MCR VW Turbo, formando trio com Nelsinho Piquet e Juliano Moro. Na corrida, chegou a liderar mais de 100 voltas logo após a largada. Porém, após 175 voltas, o eixo-piloto quebrou, deixando a pé o trio de campeões da F3 Sulamericana (Meira fora campeão em 2000, Moro em 2001 e Nelsinho seria em 2002).

De forma paralela, ainda alinhou nas 03 (três) primeiras etapas da Fórmula 3000 Européia, novamente pela ADM Motorsport, sem maiores destaques.

Passando à IRL, a temporada de 2002 para Vitor Meira fora curta, com apenas 04 corridas (Kentucky, Saint Louis, Chicago e Texas), todas pela equipe Team Menard. Entretanto, a última corrida do ano reservou um lugar de destaque, que começou com a pole position nos treinos e terminou com o 3º lugar na prova.

Em 2003, mais uma Mil Milhas Brasileiras, oportunidade em que a vitória esteve bem perto de suas mãos, através do Protótipo ANR Chevrolet. Construído em meados de 2002 pela equipe brasiliense Amir Nasr Racing, tradicional e vitoriosa na Fórmula 3 Sulamericana e que até 2014 disputou o Brasileiro de Marcas e Pilotos, após passagem na Stock Car, o projeto partiu de um chassi de Fórmula 3, do qual foram aproveitados o núcleo central (chassi) e a suspensão. Já o propulsor utilizado foi um Opel 2.0 litros, cuja preparação rendia cerca de 240 cavalos.

Na prova, a condução ficou sob a responsabilidade do quarteto Vitor Meira/Rogério Villas Boas/Antônio Villas Boas/Alexandre Rodrigues, sendo que Meira pilotou a maior parte do tempo. No grid, o ANR partiu da 6ª posição, com o tempo de 1min43s653. A performance na corrida pôde ser comemorada como uma vitória, tendo em vista que para chegar na 2ª posição, o pequeno protótipo superou concorrentes muito mais fortes, como os dois Porsches 911 GT3 que ficaram na 3ª e 4ª posições. De quebra, o ANR ainda registrou a volta mais rápida da prova, com o tempo de 1min42s433, média horária de 151,439 km/h.

Voltando à IRL, 2003 fora um ano de resultados discretos, pois das 10 provas disputadas, teve como melhor resultado um 4º lugar no Texas, palco do pódio de 2003. E também marcou a sua despedida da Menard, passando a correr pela Rahal Lethermann Racing, onde alcançou seus melhores resultados:

2004:

2º Lugar em Richmond e Kansas (apenas 0s005 atrás de Buddy Rice)
Pole em Milwaukee
Volta mais rápida na Indy 500, Texas, Nashville, Kentucky, Chicago e e Fontana

2005:

2º Lugar na Indy 500 e Kentucky
3º Lugar em Kansas e Fontana


Em 2006, Meira assinou com a equipe Panther, e os bons resultados persistiram:

2006:

2º Lugar em Watkins Glen, Richmond e Michigan.
3º Lugar em Kansas, Nashville e Sonoma.

2008:

2º Lugar na Indy 500

Contudo, no fim da temporada de 2008, a parceria com a Panther terminou, razão pela qual Meira passou a correr pela A.J. Foyt Enterprises, inclusive na última etapa daquele ano, disputada em Surfers Paradise, circuito de rua da Austrália. A carreira na Foyt, e consequentemente na Indy, durou até o fim de 2011, sendo que o melhor resultado obtido na equipe fora o 3º Lugar na São Paulo Indy 300 de 2010.

Ainda em 2006, disputou sua última Mil Milhas, a bordo do Protótipo ZF-Chevrolet V8, em trio com Paulo Bonifácio e Felipe Giaffone. Depois de largar na pole, com o tempo de 1min30s247, Meira liderou as 20 primeiras voltas, tendo retomado a liderança da prova na volta 40, após a parada dos boxes. Entretanto, 17 voltas depois, o motorzão Chevrolet estourou no S do Senna, pondo fim à empreitada do trio.

No discreto ano de 2007, disputou também a 10ª etapa da extinta categoria A1 GP, realizada no circuito de Shanghai, na China. No grid, conquistou o 15º lugar entre os 22 carros que largaram, à frente de Sérgio Pérez e Allam Khodair, ao passo que na corrida, foi apenas o 14º colocado.

Na temporada 2012, Vitor Meira volta ao Brasil, desta feita para fazer sua estréia na Stock Car, pela equipe Officer Pro GP, de Duda Pamplona. Isto 08 anos após quase participar da categoria, pois chegou a ser anunciado como companheiro de Adalberto Jardim na equipe Nasr-Castroneves. Nas 12 corridas da temporada, teve um 8º lugar como melhor resultado (Curitiba), terminando a temporada com 45 pontos marcados.

Em que pese a experiência regular na Stock ter durado apenas 01 ano, isto não significou que o carros de turismo foram deixados de lado. Já no ano seguinte, Meira estreou no Brasileiro de Marcas, mais especificamente na 4º rodada, disputada no Autódromo Internacional de Curitiba, em agosto de 2013. Reeditando a parceria com Amir Nasr, assumiu o volante de um dos Ford Focus da equipe, e já na 1ª corrida, chegou na 2ª posição, após largar na pole position. E o melhor estava por vir, pois, mesmo com a regra da inversão do grid, tendo que largar na 7ª posição, venceu a 2ª prova, que marcou também a 1ª vitória da Ford na categoria.

Passados 15 anos do seu último título no automobilismo, Meira voltou a faturar um campeonato, desta vez no Brasileiro de Marcas. Em 2015, após 16 corridas, terminou 27 pontos à frente de Gustavo Martins para levar mais um título para a Honda, pela equipe de seu antigo parceiro de corridas, Juliano Moro (JLM Racing). E este foi um campeonato marcado pela regularidade, pois a sua vantagem fora construída com 04 segundos lugares, 03 terceiros e 03 quintos, a la Keke Rosberg em 1982 na Fórmula 1, ou seja, sem nenhuma vitória.

Nas corridas de duplas da Stock Car, igualmente esteve presente nas edições de 2014 a 2016. No primeiro ano, formou dupla com Vitor Genz no Peugeot 408 da equipe Boettger Competições, tendo abandonado a 05 voltas do final. Em 2015 e 2016, formou dupla com Max Wilson no Chevrolet Sonic da RC Competições, tendo finalizado as provas em 6º e 18º, respectivamente.

E recentemente, fora anunciado como titular do carro nº 43 da equipe Mico's Racing, dos irmãos uruguaios Pablo e Juan Carlos "Mico" López, que correrá pelo menos a etapa de abertura com dois carros. Para a corrida, Vitor Meira acertou a parceria com Vicente Orige, atual campeão do Brasileiro de Marcas.


* Os direitos de imagem referentes às fotos abaixo estão reservados aos seus autores. Caso seja do interesse dos respectivos a retirada das fotografias desta postagem, favor entrar em contato.


1000 km de Brasília - 2002 - Protótipo ANR

Fórmula 3 Sulamericana - Amir Nasr Racing - 1999

Fórmula 3 Sulamericana - Amir Nasr Racing - 2000


Brasileiro de Marcas - 2013

Stock Car 2012

MCR VW Turbo - Mil Milhas de 2002

Proton BP7 BMW - Mil Milhas de 2001

Protótipo ZF Chevrolet V8 - Mil Milhas de 2006

Brasileiro de Marcas 2015

Indy Racing League 2003

IRL 2004

IRL 2006

IRL 2007

IRL 2011

Stock Car 2016

Brasileiro de Marcas 2014
Stock Car 2014

domingo, 2 de julho de 2017

Porsche 911 GT2 de José Venezian


Dentre o verdadeiro esquadrão de Porsches que disputou várias edições das Mil Milhas, desde o ano de 1993, destacamos o 911 GT2 Turbo 3.6 de José Venezian, que apesar de não ter alcançado a vitória, sempre esteve entre os mais rápidos nos treinos e nas corridas.

A primeira participação ocorreu na volta da prova a Interlagos, em dezembro de 1998, ano em que Venezian formou trio com Hélio Saraiva e Sérgio Magalhães, tendo largado na 8ª posição, com o tempo de 1min48s844, ao passo que o pole registrou o tempo de 1min40s152. Na corrida, o Porsche terminou na 4ª posição, com 367 voltas completadas, quando ostentava pintura prateada e o nº 71.

Na corrida seguinte, disputada em Curitiba, a pilotagem ficou por conta de Venezian, Roberto Samed e Flávio Trindade, que venceu em 2001 e 2002, igualmente de Porsche, sendo que a posição de largada (4º lugar) fora bem melhor em comparação ao ano anterior, bem como a própria posição de chegada, visto que foram vice campeões, com 13 voltas de desvantagem para o Aldee Spyder VW vencedor da prova.

Com o hiato do ano 2000, o Porsche, agora com pintura azul e o nº 11, voltou às Mil Milhas em janeiro de 2001, quando apenas Venezian e Samed dividiram a pilotagem do bólido. No grid, a dupla conquistou a 7ª posição, com o tempo de 1min44s982, enquanto a corrida durou 227 voltas, suficientes para a 29ª posição, dentre os 60 carros que largaram.

A última participação do Porsche ocorreu em 2002, e novamente sob o comando apenas de José Venezian e Roberto Samed. No grid, a 8ª posição com o tempo de 1min45s683, ao passo que na corrida, as 317 voltas completadas foram suficientes para levar a dupla ao 10º lugar na geral.

Fora das Mil Milhas, é importante destacar a marca obtida por Venezian na prova de quilômetro lançado disputada na base aérea de São José dos Campos em 1996, quando registrou a média de 267.16 km/h, sendo a 4ª melhor daquela prova.






sábado, 13 de fevereiro de 2016

Mil Milhas Brasileiras de 1999: A 2ª edição longe de Interlagos



Pode-se dizer que a mudança de data da Mil Milhas Brasileiras, a partir de 1995, foi um dos primeiros golpes da sequência que terminou por liquidá-la em 2008. Isto porque, enquanto a prova era realizada no mês de janeiro, o crescimento era notório, tendo como ápice a edição de 1994, que foi um verdadeiro desfile de belas e potentes máquinas conduzidas por grandes nomes do automobilismo mundial. Por conta da não liberação do autódromo para a 24ª edição, em janeiro de 1995, em virtude das obras anuais para receber a F1 (eram tempos em que o GP Brasil era realizado no mês de março, fato que perdurou até 2003), a organização da prova foi forçada a encontrar uma brecha no calendário no mês de abril, depois da passagem da categoria máxima.

No primeiro ano da mudança, em 1995, o prenuncio do fracasso se expressou através do prejuízo na arrecadação e da ausência de vários grandes pilotos que estiveram presentes em 1994, já comprometidos com seus campeonatos regulares. Apesar do grid não contar com tantas máquinas de alto nível, como no ano anterior, pelo menos não foi dos menores, haja vista que 50 carros participaram da prova.

Entretanto, o cenário deprimente se deu em 1996, quando o grid foi ainda menor (30 carros) e a prova não teve divulgação alguma, sendo disputada na base da boa vontade dos verdadeiros amantes do automobilismo, que sempre mantiveram a Mil Milhas, mesmo nos tempos mais difíceis, como em 1990, momento em país passava por grave crise econômica. Uma tentativa de sobrevida foi feita em 1997, ao levar a prova para Brasília, sob a tutela de Nelson Piquet. Entretanto, o resultado foi ainda pior, pois somente 25 carros alinharam naquela edição

Depois da volta para Interlagos, em 1998, novamente a Mil Milhas saía para outra praça. Desta vez para o então recém reformado Autódromo Internacional de Curitiba, com a 28ª edição programada para os dias 19 e 20 de dezembro. Infelizmente, na semana anterior a prova, as notícias não foram boas, pois a Petrobrás, empresa parceira desde a 1ª edição, anunciou a retirada de seu patrocínio. Porém, o cenário não tardou a mudar, pois a concorrente Shell assumiu o seu lugar poucos dias antes de prova.

Em suma, a maior parte do grid de 35 carros foi formada protótipos de fabricação nacional, como o Aldee RTT (também chamado de Aldee Cupê) e sua versão mais nova, o Aldee Spyder (carroceria aberta). Mas estavam presentes também algumas unidades do concorrente Tango, entre vários Gols do campeonato de Marcas e Pilotos, e alguns carros incomuns, como os Mitsubishi Eclipse e Lancer Evolution, além de um Chevette com motor de seis cilindros de Opala, o qual já foi tema de postagem neste blog.

A pole position foi conquistada pelo trio Rodrigo Hanashiro/Popó Bueno/André Giaffone, a bordo do Tango Opel (mesmo motor utilizado pela extinta Fórmula Chevrolet) nº 48, que desbancou o Porsche 911 GT2 de Roberto Samed/José Venezian/Flávio Trindade, um dos favoritos à vitória. Entre os protótipos, estavam nomes como:

Tango BMW Nº 2 Flávio Andrade/Ruyter Pacheco/Felipe Giaffone

Tango Opel 2000 Nº 1 Délcio Correa/Tom Stefani/Athos Diniz

Aldee Spyder 2.0 VW Nº 9 Emerson Duda, Márcio Sarot e Wagner Ebrahim

Próton BP7 BMW Nº 33 Vitor Meira, Arialdo Pinto e Hybernon Cisne


A largada foi dada às 22 horas do sábado, com domínio inicial do Tango pole position. Entretanto, após 120 voltas completadas, o trio Hanashiro/Bueno/Giaffone teve que abandonar, após o estouro do motor Opel. Em seguida, a liderança ficou durante um bom tempo com o trio Délcio Correa, Tom Stefani e Athos Diniz, responsável pela condução de outro Tango Opel (nº 1). Cabe ressaltar que Stefani era o então vencedor da prova. Mas por conta de problemas de câmbio, já na parte final da disputa, a liderança foi perdida para o Aldee Spyder VW 2.0 de Jair Bana/Beto Borghesi/Luciano Borghesi, vencedores das 500 Milhas de Londrina na semana anterior, que não perderam a ponta, e receberam a bandeira quadriculada após 433 voltas, completadas em 11h58min46s. 
 
No entanto, as voltas finais foram dramáticas para o trio, pois o Spyder passou a ter vazamento de óleo do câmbio, o que provocou duas paradas extras nos boxes para adição de óleo. Porém, isso não impediu a tranquila vitória sobre o Porsche 911 de Samed/Venezian/Trindade, com 13 voltas de vantagem. Além do vazamento de óleo, dois ingredientes contribuíram para tornar essa vitória memorável:

1. O mesmo protótipo havia vencido as 500 Milhas de Londrina uma semana antes e não chegou nem a passar por um revisão completa para encarar a maratona de 1600 km; 

2. O piloto Luciano Borghesi contava na época com 63 anos de idade e não pilotou durante a noite, que no fim das contas foi o maior período da corrida, já que largada foi dada às 22 horas.

Outro bólido que mereceu destaque foi o Aldee nº 20, do trio Pedro Mufatto/David Mufatto/Gastão Weigert, que estava equipado com motor Mazda 1.3 L Wankel rotativo. Mas a corrida terminou muito cedo para este protótipo, com apenas 2 voltas completadas.

Resultado completo:

1º Aldee Spyder VW 2.0 Nº 29 Beto Borghesi, Jair Bana e Luciano Borghesi PR – 433 voltas
2º Porsche 911 GT2 Nº 11 Roberto Samed, José Venezian, Flávio Trindade e Dener Pires SP/SP/PR/SP – 420 voltas
3º Tango BMW Nº 2 Flávio Andrade, Ruyter Pacheco e Felipe Giaffone RJ/DF/SP – 419 voltas
4o Tango Opel 2000 Nº 1 Délcio Correa, Tom Stefani e Athos Diniz GO/DO/DF – 417 Voltas
5o VW Gol Nº 32 Ladicelau Roveda, Edson Machado e Paulo Machado PR – 402 voltas
6o VW Gol Nº 117 Fábio Machado e Ângelo Batistella PR – 400 voltas
7o Aldee Spyder Nº 7 Antônio Miguel e Pedro Moreira Filho PR – 398 voltas
8o Aldee RTT Nº 40 Admir Pardo, Xavier Perez e Arthur Nunes PR – 388 voltas
9o VW Gol Nº 57 Ademir Adur, Ricardo Khoury e José Cazumi PR – 387 voltas
10o Chevrolet Chevette Nº 87 Alceu Feldmann, Luiz Delgado e Tancredo Rocha – 386 voltas
11º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 9 Emerson Duda, Márcio Sarot e Wagner Ebrahim – 385 voltas
12º Aldee Spyder 20. VW Nº 14 José Caterina, Robson Rizzo e Jued Júnior – 377 voltas
13º Aldee Opel 2.0 Nº 91 Thiago Veloso, Pablo Forrisi e Marcito Dumbeck – 349 voltas
14º Aldee 2.0 Nº 27 Marcelo Silvério, Augusto Neto e José Sanchez – 336 voltas
15º VW Gol 1.6 Nº 148 Maurício Neves, André Gutierrez, Sergio de Pina – 320 voltas
16º VW Gol 1.6 Nº 95 João Finardi, Walmor Weiss e Sanito Cruz Jr. – 308 voltas
17º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 0 Tony Garcia, Luís Mussi e Carlos Richa – 295 voltas
18º VW Gol 1.6 Nº 126 Luiz Gubert, Paulo Gubert e Luciano Ghilard – 251 voltas
19º Próton BP7 BMW Nº 33 Vitor Meira, Arialdo Pinto e Hybernon Cisne – 240 voltas
20º Aldee 2.0 Nº 93 Ricardo Elias, Germano de Moraes e Plínio Pessoa – 233 voltas
21º Chevrolet Omega Nº 25 José Campanella, Fabio Sotto Mayor e Marcos Miyake – 231 voltas
22º Tango Opel 2000 Nº 29 Ângelo Serafim, Paulo Gomes e Baltazar Júnior – 215 voltas
23º Mitsubishi Lancer Evo Nº 49 Oscar Branco e Geraldo Sermann – 203 voltas
24º Aldee Spyder Turbo 2.0 Nº 21 Claudio 'Pantcho' Gasparini, José Coelho Romano e Cleudir Machado – 169 voltas
25º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 17 Irineu Camargo e Carlos Benedetti – 162 voltas
26º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 46 Mario Bove, Carlos Cantarelli e Silvio Grillo – 157 voltas
27º Chevrolet Corsa Nº 37 José Airton Filho, Paulo Silveira e Sérgio Fonseca – 156 voltas
28º Mitsubishi Eclipse GS Turbo Nº 47 Valdir Florenzo, Rodolfo Massari e Peixoto Júnior – 143 voltas
29º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 13 Vitor Ardito, Agostinho Ardito e Michel Caspari – 135 voltas
30º Tango Opel 2000 Nº 48 André Giaffone, Rodrigo Hanashiro e Popó Bueno – 120 voltas
31º Aldee Opel 2000 Nº 10 Peter Januário, Tino Viana e Fúlvio Marotte – 114 voltas
32º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 16 Tadeu Kowalzuck e Roman Kowalzuck – 86 voltas
33º Aldee Spyder 2.0 VW Nº 22 Mário Covas Neto, Fauzy Buchala Jr. Meyer Bernd e Ricardo Haddad – 15 voltas
34º Chevrolet Chevette Stock 4.1 Nº 18 Carlos “Tigueis” Batista, Reinaldo Gasko e José Carlos Alves – 7 voltas
35º Aldee Mazda 1.3 Nº 20 David Mufatto, Pedro Mufatto e Gastão Weigert – 2 voltas

Não Largou: Espron BMW 1900 Nº 3 Flávio Andrade e Ruyter Pacheco

Após a ausência no ano 2000, a Mil Milhas voltou a Interlagos em 2001, dessa vez na tradicional data de 25 de janeiro, de onde não deveria ter sido tirada nunca.

domingo, 11 de maio de 2014

Vencedores da Mil Milhas - 1999


Na segunda vez em foi disputada fora de Interlagos, a Mil Milhas Brasileiras teve como palco da 28ª edição o Autódromo Internacional Raul Boesel, localizado em Pinhais, PR. A prova realizada no dia 19 de dezembro de 1999 teve como pole position o protótipo Tango Opel 2000 nº 48 do trio André Giaffone/Rodrigo Hanashiro/Popó Bueno, que liderou cerca de 120 voltas até abandonar com problemas mecânicos.

Já na parte final da corrida, o Aldee Spyder VW 2.0 do trio paranaense Jair Bana/Beto Borghesi/Luciano Borghesi assumiu a ponta para não mais perdê-la, vencendo a prova após completar 433 voltas em 11hr58min46s. Mas cabe lembrar detalhes que tornaram essa vitória memorável:
  • O mesmo protótipo havia vencido as 500 Milhas de Londrina uma semana antes e não chegou nem a passar por um revisão completa para encarar a maratona de 1600 km;
  • O piloto Luciano Borghesi contava na época com 63 anos de idade e não pilotou durante a noite, que no fim das contas foi o maior período da corrida, já que largada foi dada às 22 horas;
  • Nas voltas finais o carro sofreu com vazamentos de óleo, o que fez com que fossem realizadas duas paradas extra para repor o lubrificante;
  • Esta foi a última vitória na prova de um carro fabricado no Brasil.
Resultado completo da prova aqui



quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Protótipo Tango


Em 1998, estreava em provas de longa duração o Protótipo Tango, projetado no Brasil pelo engenheiro argentino Juan Ibañez, que tinha experiência de trabalho na Ford e posteriormente trabalhou na ZF, construtora dos chassis da Stock Car. O Tango foi um autêntico "Made in Interlagos", pois a oficina de Juan era (ou ainda é) localizada perto do autódromo paulistano. Como fase de testes, o bólido foi utilizado em provas do campeonato paulista de automobilismo daquele ano, onde foi pilotado pela dupla de irmãos André e Affonso Giaffone Neto.

Então, em dezembro foi inscrito para a Mil Milhas, sendo pilotado pelo trio André Giaffone/Rodrigo Hanashiro/Alexandre Levorin. Nos treinos classificatórios, obteve a 3ª melhor marca, de 1min43s594, perdendo somente para os Porsche 911 bem mais potentes. Na corrida, a equipe teve vários problemas como o motor Chevrolet 2.0 que equipava o carro, e por conta disso, tiveram que abandonar com 174 voltas completadas, terminando na 27ª posição na geral.

Na próxima edição, disputada no Autódromo de Curitiba, o Tango Opel (mesmo motor utilizado pela extinta Fórmula Chevrolet) pilotado agora por André Giaffone/Popó Bueno/Rodrigo Hanashiro conquistou a pole position, derrotando o Porsche 911 de Roberto Samed/José Venezian/Flávio Trindade, favorito à prova. Além desde exemplar do protótipo, outros foram inscritos:

Tango BMW Nº 2 Flávio Andrade/Ruyter Pacheco/Felipe Giaffone
Tango Opel 2000 Nº 1 Délcio Correa/Tom Stefani/Athos Diniz
Tango Opel 2000 Nº 29 Ângelo Serafim, Paulo Gomes e Baltazar Júnior

O pole position liderou a prova por 120 voltas, quando teve que abandonar em virtude do estouro do motor. Já os demais Tango inscritos conseguiram desempenho melhor, principalmente o nº 2 (Giaffone) e o nº 1 (Stefani), que chegaram no 3º e 4º lugar, respectivamente.

Em 2001, o Tango voltava à prova, agora chamado de Protótipo Hollywood - BMW (em virtude da marca de cigarros patrocinadora da equipe), e com um quarteto forte para conquistar a vitória: Tony Kanaan/Felipe Giaffone/Flávio de Andrade/Ruyter Pacheco, sendo os dois últimos bicampeões (2000 e 2001) dos 500 km de Interlagos à bordo do referido protótipo, que neste ano recebeu inovações na carroceria, favorecendo a aerodinâmica. Nos treinos, o protótipo conquistou a 2ª posição no grid, com o tempo de 1min40s471. Após a largada, que foi dada com o atraso de 3 horas e após 4 voltas de apresentação por conta do temporal que desabou sobre Interlagos no fim da tarde do dia da prova, o Holywood - BMW chegou a liderar várias voltas, mas no complemento da volta 159, parou nos boxes por conta de problemas no assoalho. O quarteto ainda retornou a prova, mas abandonou-a definitivamente  na volta 234, com problemas de câmbio.

No ano de 2002, o Protótipo Hollywood teve problemas na classificação, tanto que conquistaram apenas a 38ª posição no grid, com o tempo alto de 1min55s144. Nesta ocasião, a única alteração entre os pilotos do ano anterior foi a substituição de Tony Kanaan por Zeca Giaffone, que depois de vários anos, voltava à uma Mil Milhas. Dada a largada, com Felipe ao volante, o bólido teve rápida recuperação, alcançado em 24 voltas a 3ª posição. Porém, problemas de motor fizeram com que o Hollywood perdesse várias posições e na volta à pista, ocupava a 51ª posição. A prova para a equipe terminou já pela manhã, com 190 voltas completadas, deixando-a na 40ª posição na classificação geral. Como consolo, a equipe teve o que comemorar, pois marcaram a passagem mais rápida da prova, com 1min44s158, na 84ª passagem.

O quarteto de 2002 foi repetido em 2003, e dessa vez a classificação foi melhor do que a obtida no ano anterior. Com o tempo de 1min42s222, o Hollywood - BMW assegurou a 4ª posição no grid, e na disputa, se manteve na maior parte do tempo entre a 4ª e a 6ª colocação, onde estava ao término da disputa.

A última participação do protótipo Tango em uma Mil Milhas ocorreu no ano de 2005, com o bólido nº 8, cuja condução foi dividida entre Galid Osman Jr., Enzo Morrone (Fórmula SP - que utilizava os antigos bólidos da Fórmula Ford - e Fórmula 3 Sul-Americana) e Eduardo Placucci (Stock Light e Pick-Up Racing). O trio classificou o protótipo em 16º na geral e 3º na categoria MMP2, com o tempo de 1min44s916. Na disputa, a corrida não foi além das 88 voltas completadas, deixando-os na 48ª posição na geral.


Em ação durante a Mil Milhas de 1998 - Foto retirada da página da JIG Motores Especiais, no Facebook




sábado, 7 de dezembro de 2013

Mitsubishi Eclipse


Hoje o assunto do blog é sobre um japonês que foi novidade no grid das Mil Milhas do final dos anos 90. Não se trata do Satoru Nakajima, muito menos do Takuma Sato, e sim, do Mitsubishi Eclipse GS Turbo 2.0 da 1ª geração de Valdir Florenzo (piloto e perito criminal aposentado e vencedor dos 1000 km de Brasília de 1985).

A 1ª aparição desse carro em uma Mil Milhas ocorreu na edição de 1998, quando Florenzo formou trio com Rodolfo e Bruno Massari. Nos treinos, o trio teve como melhor tempo a marca de 2min00s344, suficientes para deixá-los na 24ª posição do grid (31 carros marcaram tempo). No final, um ótimo 6º lugar, com 354 voltas completadas.

Antes de participar da edição de 1999 da prova, realizada em Curitiba, o mesmo trio alcançou o 3º lugar nos 1000 km de Brasília de 1999, atrás somente de 2 protótipos. Já na Mil Milhas de 1999, Florenzo teve a companhia de Rodolfo Massari e Peixoto Júnior, para terminar a prova no 28º lugar com 143 voltas completadas (o vencedor completou 433).

Com o hiato da prova em 2000, o Mitsubishi voltou, juntamente com a prova em 2001. Desta vez, o trio de pilotagem foi formado por Florenzo, Luiz Paternostro e o futuro bicampeão da Stock Car, Giuliano Losacco. Nos treinos, o tempo de 1min54s297 os deixou na 31ª posição no grid (60 carros marcaram tempo). Quanto à performance na corrida, foram 131 voltas completadas, suficientes para deixá-los na 42ª posição na geral.

Em ação nos 1000 km de Brasília de 1999



Foto: Arquivo pessoal de Napoleão Ribeiro