"Um espaço reservado para falar das lembranças, histórias e episódios dos mais de 50 anos de Mil Milhas Brasileiras. E de outras coisas mais!"

domingo, 28 de outubro de 2012

Mais uma memorável atuação brasileira na Nascar

 

Em uma de suas melhores corridas disputadas na categoria Camping World Truck Series da Nascar, Nelsinho Piquet foi o 2º colocado na 19ª etapa da temporada, disputada no oval curto (apenas 800 metros) de Martinsville, neste sábado. Após largar na 4ª posição, Nelsinho fez uma corrida segura, procurando poupar o carro para o final, e esteve na maioria do tempo entre os 5 primeiros.

Mostrando que está cada vez mais adaptado ao automobilismo Norte-Americano, Nelsinho ousou nas tentativas de ultrapassagem, merecendo destaque na cobertura oficial da prova, onde suas manobras foram mostradas várias vezes. Ao fim das 200 voltas da prova, o 2º lugar teve sabor de vitória, pois o 1º colocado foi Denny Hamlin, que compete regularmente na Sprint Cup e disputa do título deste ano. Entre os pilotos que competem regularmente na Truck Series, Nelsinho foi o melhor colocado.

Miguel Paludo tinha tudo para alcançar o Top Ten, mas a posição de largada ruim (20ª posição, devido às condições desfavoráveis da pista nos treinos classificatórios) aliada à erros nos pit-stops, fez com ele perdesse todo o progresso alcançado na pista. Uma rodada no fim da corrida fez com que caísse para 17º, mas nas 7 voltas finais conseguiu avançar 2 posições e terminar em 15º, matendo o 10º lugar na classificação do campeonato.

Muita boa sorte para os pilotos brasileiros na Nascar. É um horizonte novo que se abre para o automobilismo brasileiro, calejado de tentativas de recuperar o domínio na F1 de outrora. O automobilismo não se resume à F1, existem muitas categorias onde o talento brasileiro pode alcançar o lugar mais alto do pódio.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Vencedores das Mil Milhas - 1995




Continuando a galeria dos vencedores, o post atual fala sobre os vencedores da disputa de 1995. Após o sucesso de 1994, a expectativa em relação as Mil Milhas era muito grande. Infelizmente, em função da mudança de datas e da falta de divulgação e organização, a prova foi um fiasco de público e retorno financeiro para os organizadores. Porém, as disputas continuaram em alto nível.

Disposto a conquistar o bi na prova, Wilsinho Fittipaldi formou trio com Antônio Hermann e Franz Konrad para dividir a pilotagem do Porsche 993 GT2 bi-turbo, um dos bichos papões da época. Wilsinho largou na pole, com o tempo de 1min41s809 e venceu a disputa após 11hr34min12s de corrida, com nada menos que 15 voltas de vantagem para o segundo colocado, outro Porsche da equipe Konrad, um 911 RSR bi-turbo pilotado também por Franz Konrad e Antônio Hermann, porém em companhia de Régis Schuch. Wilsinho ainda marcou a melhor volta da prova, com o tempo de 1min41s320, superando o tempo da pole position.

Vencedores das Mil Milhas - 1985


Em 1985, as Mil Milhas Brasileiras foram vencidas pela dupla Paulo de Mello Gomes e Fabio Sotto Mayor. Paulão e Fabinho utilizaram o Opala Stock Car Nº 12 para vencer a disputa de ponta a ponta, ou seja, largaram na pole position e não perderam a primeira posição no decorrer da prova, algo inédito até então. Outro marco dessa vitória foi o tempo de prova, que pela primeira vez, ficou abaixo das 12 horas (mais precisamente 11h45m09s). Ao final, cruzaram a linha de chegada com 2 voltas de vantagem para os irmãos Zeca e Affonso Giaffone Jr., que disputaram a prova a bordo do Opala Stock Car Nº 10.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Ponto para o talento Brasileiro!









O último final de semana automobilístico já está na história. Com a 2ª vitória de Nelson Ângelo Piquet na Camp Word Truck Series, ou a categoria das caminhonetes da Nascar, conquistada sábado no circuito oval de Las Vegas e a primeira vitória brasileira no forte Campeonato Alemão de Turismo (DTM), conquistada na manhã de domingo por Augusto Farfus Jr. à bordo de sua BMW, o automobilismo brasileiro parece tomar o rumo das vitórias nas competições em carros de turismo.

Quem sabe esse não seja o início de uma nova era do nosso esporte a motor, que passa por um momento delicado (fazendo uso de eufemismo) nas categorias de base e monopostos, e que atualmente não apresenta as mesmas expectativas de outrora no cenário internacional. Essa pode ser a hora de levar o talento Brasileiro aos pódios de outros certames ainda não valorizados devidamente pelo público brasileiro.